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ECOLOGIA
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ECOLOGIA
INTERNACIONALIZAÇÃO
DA AMAZONIA
ESSA CARTA CHEGOU
ENCAMINHADA AO NOSSO E-MAIL. CONSIDERAMOS A MESMA DE EXTREMA RELEVANCIA,
E ASSIM RESOLVEMOS PUBLICÁ-LA AQUI, NA ÍNTEGRA.
QUEM É O VERDADEIRO CRIMINOSO
AMBIENTAL?
Boa noite, novamente.
O grupo ruralista propusera um Código Florestal
de cunho pouco ecológico.
Houve reação de diversos organismos
ligados à preservação.
O Instituto Sociambiental propôs uma atuação
organizada, com o envio de
emails aos parlamentares repudiando a proposta da
bancada ruralista. A
campanha continua de pé, e tem surtido efeito.
Esse tipo de atuação organizada, comum
em outros países, como os EUA, é
mais eficiente. Por isso a proposta do Hungersite
e do Rainforesite.
Confiram no site do Instituto Socioambiental:
http://www.socioambiental.org/campanha/proposta.htm
Para quem quer conhecer algo que está sendo
feito aqui na linha de
preservação, visitem o site do Instituto
Florestal, de SP:
http://iflorestsp.br/
Um dos parques é o da Cantareira, um dos
maiores parques em região urbana
do mundo. A luta contra os loteamentos clandestinos
é seu maior problema.
Vejam também:
http://www.sbee.org.br/
Site da Sociedade Brasileira de Etnobiologia e Etnoecologia,
que promove
agora em julho seu 3o. simpósio, onde se
poderá conhecer os trabalhos
desenvolvidos atualmente em várias regiões
do Brasil no manejo ecológico de
florestas, respeitando a vida das populações
nativas, como indígenas e
caiçaras.
Um abraço
Lígia Prado
Conama aprova proposta que atualiza o Código
Florestal
O plenário do Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama)
aprovou no último dia 29 de março,
com destaques, a proposta elaborada
pela Câmara Técnica Temporária
de Atualização do Código Florestal. O texto
foi encaminhado pelo ministro de Meio Ambiente Sarney
Filho à Comissão
Mista do Congresso Nacional encarregada de converter
a Medida Provisória
n º 1.956-47 em lei. A aprovação
do texto no Conama foi comemorada por
entidades de representação de pequenos
produtores rurais, dos municípios,
estados e ambientalistas. Após a votação,
o secretário executivo do Ministério
do Meio Ambiente, José Carlos de Carvalho,
reiterou que o texto aprovado
será defendido no Congresso Nacional pelo
titular da pasta, ministro Sarney
Filho, como proposta do governo federal.
A crítica mais contundente ao texto foi proferida pelo representante
da Confederação Nacional de Agricultura
(CNA) no Conama. Além de ser a
única entidade a votar contra o texto, a
CNA desqualificou diante do plenário
os resultados do processo aberto e democrático
que possibilitou a formulação
do texto ontem aprovado. Embora a manifestação
da CNA não tenha causado
surpresa, foi considerada por muitos dos presentes
como sintoma da
intransigência do setor ruralista, já
que a CNA não só participou de todo o
processo de negociação da proposta,
como conseguiu flexibilizar alguns dos
instrumentos do Código Florestal de modo
a atender as demandas do setor
agrícola.
Um exemplo é a instituição da Cota de Reserva Florestal
(CRF),
instrumento que permite a qualquer proprietário
interessado em conservar
áreas de reserva legal, em sua propriedade,
acima do percentual mínimo fixado
na lei solicitar um crédito (os CRFs) ao
órgão ambiental responsável e
negociá-lo com outros proprietários
que não detenham o mínimo de reserva
legal exigido em sua propriedade, ou com qualquer
cidadão ou instituição que
queira promover a conservação de florestas.
Mesmo assim, nas últimas
semanas representantes do setor ruralista deram
declarações públicas
afirmando que alterariam os itens da proposta aprovada
no Conama que
desagradasse o setor.
Avanços
Em termos gerais, a proposta aprovada pela Câmara Técnica
do
Conama para revisão do Código Florestal
aborda e aprimora todas as
proposições consignadas na Medida
Provisória nº 1.956-47/00 em vigor e no
Projeto de Lei de Conversão nº 07/99,
cujo relator é o deputado federal
Moacir Micheletto (PMDB-PR). Além disso,
sugere o detalhamento e a
vinculação das flexibilizações
impostas pela Medida Provisória a critérios
ambientais, econômicos e sociais, na medida
em que condiciona a
aplicabilidade da lei a critérios estabelecidos
pelo Conama, pelos zoneamentos
ecológico-econômico e agrícola
e a pareceres técnicos dos órgãos ambientais
dos diferentes níveis - federal, estaduais
e municipais.
Merece citação ainda o tratamento diferenciado que o texto
aprovado pelo Conama concede aos pequenos produtores
ou possuidores
rurais familiares e a abordagem diferenciada dada
pelo texto aos diferentes
ecossistemas e distintas regiões do país,
assumindo, como unidade de gestão
ambiental, as bacias hidrográficas. A proposta
da Câmara Técnica moderniza
o Código Florestal, que passa a dialogar
com o Sistema Nacional de Recursos
Hídricos, aprovado pela Lei nº 9.433/97,
e incorpora alguns dos principais
compromissos internacionais ambientais assumidos
pelo governo brasileiro, tais
como a Convenção CITES sobre espécies
ameaçadas de extinção e a
Convenção sobre Diversidade Biológica.
Além disso, o texto da Câmara Técnica resgata aspectos
fundamentais, até então apenas objeto
de literatura, estatuídos nos incisos I, II,
VII e parágrafo 4º, do artigo 225, e
incisos III e VI do artigo 170, da
Constituição Federal, na medida em
que dá sustentação legal para que o
Poder Público, em conjunto com a coletividade:
a) assegure a função social da
propriedade no que respeita à preservação
e uso sustentável dos recursos
naturais; b) preserve e restaure os processos ecológicos
essenciais e proveja o
manejo ecológico das espécies e ecossistemas;
c) preserve a diversidade e a
integridade do patrimônio genético
do país; d) proteja a fauna e a flora,
vedando por lei, práticas que coloquem em
risco a sua função ecológica, ou
que provoquem a extinção de espécies;
e) estabeleça critérios que assegurem
a efetiva preservação do meio ambiente,
inclusive quanto ao uso dos recursos
naturais na Floresta Amazônica brasileira,
na Mata Atlântica, na Serra do Mar,
no Pantanal mato-grossense, no Cerrado, na Caatinga
e em outros biomas que
integram o riquíssimo patrimônio natural
brasileiro.
Leia também a proposta na íntegra aprovada pelo Conama.
| campanha sos florestas | participe
dessa campanha | íntegra da proposta do
conama |
| veja quem está participando |
Copyright 2000 Instituto Socioambiental
e mais:
Brasileiros Querem Mais Proteção
para as Florestas
O Instituto Socioambiental, a Greenpeace, o WWF e o Grupo
Estado estão divulgando os resultados de
um pesquisa nacional de opinião
cujo foco são as mudanças que estão
sendo propostas para o Código
Florestal, a lei 4.771/65. A pesquisa, realizada
pelo Instituto Vox Populi,
procurou aferir qual o nível de informação
sobre tais mudanças e quais as
tendências da opinião pública
brasileira em relação à proteção do
meio
ambiente no país.
As entrevistas, realizadas por telefone entre os dias 20 e 21 de
maio passado em municípios de todas as regiões
do país, constatou que 88%
dos 503 entrevistados defendem que a proteção
das florestas brasileiras
deveria aumentar, e não diminuir, como pretendem
parlamentares da bancada
ruralista do Congresso Nacional. Outros números
expressivos: 93% dos
entrevistados acreditam que a conservação
ambiental não prejudica o
desenvolvimento do Brasil, e 90% acreditam que o
aumento do desmatamento
da Amazônia para implantação
de terras agrícolas provavelmente não
diminuirá a fome.
Estas questões foram formuladas considerando os argumentos
que vêm sendo usados por parlamentares e entidades
ruralistas que defendem
mudanças no Código Florestal a fim
de possibilitar o aumento do
desmatamento na Amazônia.
Quanto à recomposição das áreas de proteção
permanente -
margens de cursos d'água, topos de morro
e encostas, que são protegidos
para prevenir assoreamento, demoronamentos e enchentes
-, 87% dos
indivíduos ouvidos defendem que os proprietários
que as desmataram
deveriam ser multados e obrigados a recompor sua
vegetação. Outro
resultado digno de nota: 88% dos entrevistados afirmaram
que não votariam
em um parlamentar que defendesse o aumento do desmatamento
das florestas
brasileiras.
A pesquisa foi realizada por telefone com 503 pessoas,
sorteadas aleatoriamente, considerando a concentração
de telefones no país, a
margem de erro da amostra utilizada é de
5%.
Copyright 2000 Instituto Socioambiental
Jose Kalmus wrote:
>Se não quiser assinar o "abaixo"
da floresta, pode deletar. "Como todos
>devem estar sabendo, vai ser votado
no Congresso um projeto que reduzirá a
>área da Floresta Amazônica
em 50% do que ela é hoje.
>
>A área a ser desmatada é
de quatro vezes a extensão de Portugal, e,
>teoricamente, deverá ser aproveitada
para a agricultura e a pecuária. Toda
>a
>madeira será vendida no mercado
externo na forma de serragem, por
>companhias
>madereiras e nós, brasileiros,
obviamente jamais veremos a cor desse
>dinheiro.
>
>Essa é mais uma manobra do
nosso Governo para agradar as elites, as
custas
>do nosso patrimônio. A verdade
é que sem a floresta, o solo amazônico nao
>serve para nada. O solo é ácido
e a região está sujeita a cheias
>periódicas,
>que impedem a
>agricultura.
>
>Atualmente,160.000 km já devastados
com esse objetivo encontram-se
>abandonados e em processo de
>desertificação. Além
disso, creio não ser necessário citar todos os
>benefícios que a Floresta proporciona
para todo o
>mundo. Não podemos permitir
que esse crime seja efetivado, é preciso tomar
>uma atitude!
>
>Coloque o seu nome completo no manifesto
abaixo e envie para todos que vc
>conhece. Por favor, ao invés
de dar um "forward" (encaminhar) copie e cole,
>assim o e-mail ficará sempre
legível. Caso vc seja a 100ª pessoa a aderir,
>mande uma cópia para fsaviolo@openlink.com.br
para que o manifesto possa
>ser
>encaminhado aos órgãos
competentes."
ATENÇÃO:
CASO A PUBLICAÇÃO DESSE TEXTO FIRA QUALQUER DIREITO, POR
FAVOR, ESCREVA PARA QUE POSSAMOS PROVIDENCIAR SUA RETIRADA.
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